Telhado verde é uma técnica de arquitetura que consiste na aplicação e uso de solo ou substrato e vegetação sobre uma camada impermeável, geralmente instalada na cobertura de residências, fábricas, escritórios e outras edificações. Suas principais vantagens são facilitar a drenagem, fornecer isolamento acústico e térmico, produzir um diferencial estético e ambiental na edificação, e compensar parcialmente a área impermeável que foi ocupada no térreo da edificação.
Características
Um telhado verde é uma alternativa viável e sustentável perante os telhados e lajes tradicionais, porque facilita o gerenciamento de grandes cargas de águas pluviais, melhoria térmica, serviços ambientais e novas áreas de lazer. O telhado verde proporciona também um ambiente muito mais fresco do que outros telhados, mantendo o edifício protegido de temperaturas extremas, especialmente no verão, reduzindo em até 3°C. Em ambientes extremamentes artificiais como o urbano, promovem o reequilibrio ambiental, trazendo os benefícios da vegetação para a saúde pública e a biodiversidade, quando com plantas nativas do local. Às vezes, telhados verdes contam com painéis solares que reduzem o consumo de energia elétrica.
Melhora as condições termoacústicas da edificação, tanto no inverno como no verão. Estudos de bioclimatismo indicam que, com o uso de coberturas vivas, seja possível melhorar em *90% as condições térmicas no interior da edificação, sem recorrer a sistemas de climatização ou ar-condicionado artificiais.
O teto verde também mantém a umidade relativa do ar constante no entorno da edificação, forma um microclima e purifica a atmosfera no entorno da edificação, formando um microecossistema. Contribui no combate ao efeito estufa, aumentando o ‘seqüestro’ (retirada) de carbono da atmosfera e ao mesmo tempo traz mais harmonia, bem estar e beleza para os moradores e/ou ocupantes da edificação. É também um excelente atrativo para pontos comerciais, tornando-os mais visíveis, mesmo quando distantes de locais estratégicos.
As plantas e a terra do telhado verde funcionam como um filtro natural da água, que pode ser armazenada ainda mais limpa, para depois ser usada na irrigação do jardim, nas bacias sanitárias, no chuveiro e, em regiões mais áridas, até para cozinhar e beber.
Custos
Os custos de instalação de um telhado verde dependem do sistema e tecnologia adotados. A diferença de preços se deve basicamente à quantidade e o tipo de materiais envolvidos, à complexidade de instalação e à escassez de mão-de-obra especializada. Atualmente existem no Brasil tecnologias eficazes e simples de telhados verdes, permitindo rápida amortização do investimento pela economia de energia e uso da área como jardim e lazer, quando em lajes planas. Outro fator de economia é a extensão da vida útil de uma cobertura com telhado verde em relação à convencional, sujeita a demandas de manutenção devido à ação maior dos fatores climáticos, principalmente a impermeabilização, que fica menos propensa a fissuras pela constantes mudanças de temperaturas.
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Telhado verde
Telhado verde é uma técnica de arquitetura que consiste na aplicação e uso de solo ou substrato e vegetação sobre uma camada impermeável, geralmente instalada na cobertura de residências, fábricas, escritórios e outras edificações. Suas principais vantagens são facilitar a drenagem, fornecer isolamento acústico e térmico, produzir um diferencial estético e ambiental na edificação, e compensar parcialmente a área impermeável que foi ocupada no térreo da edificação.
Características
Um telhado verde é uma alternativa viável e sustentável perante os telhados e lajes tradicionais, porque facilita o gerenciamento de grandes cargas de águas pluviais, melhoria térmica, serviços ambientais e novas áreas de lazer. O telhado verde proporciona também um ambiente muito mais fresco do que outros telhados, mantendo o edifício protegido de temperaturas extremas, especialmente no verão, reduzindo em até 3°C. Em ambientes extremamentes artificiais como o urbano, promovem o reequilibrio ambiental, trazendo os benefícios da vegetação para a saúde pública e a biodiversidade, quando com plantas nativas do local. Às vezes, telhados verdes contam com painéis solares que reduzem o consumo de energia elétrica.
Melhora as condições termoacústicas da edificação, tanto no inverno como no verão. Estudos de bioclimatismo indicam que, com o uso de coberturas vivas, seja possível melhorar em *90% as condições térmicas no interior da edificação, sem recorrer a sistemas de climatização ou ar-condicionado artificiais.
O teto verde também mantém a umidade relativa do ar constante no entorno da edificação, forma um microclima e purifica a atmosfera no entorno da edificação, formando um microecossistema. Contribui no combate ao efeito estufa, aumentando o ‘seqüestro’ (retirada) de carbono da atmosfera e ao mesmo tempo traz mais harmonia, bem estar e beleza para os moradores e/ou ocupantes da edificação. É também um excelente atrativo para pontos comerciais, tornando-os mais visíveis, mesmo quando distantes de locais estratégicos.
As plantas e a terra do telhado verde funcionam como um filtro natural da água, que pode ser armazenada ainda mais limpa, para depois ser usada na irrigação do jardim, nas bacias sanitárias, no chuveiro e, em regiões mais áridas, até para cozinhar e beber.
Custos
Os custos de instalação de um telhado verde dependem do sistema e tecnologia adotados. A diferença de preços se deve basicamente à quantidade e o tipo de materiais envolvidos, à complexidade de instalação e à escassez de mão-de-obra especializada. Atualmente existem no Brasil tecnologias eficazes e simples de telhados verdes, permitindo rápida amortização do investimento pela economia de energia e uso da área como jardim e lazer, quando em lajes planas. Outro fator de economia é a extensão da vida útil de uma cobertura com telhado verde em relação à convencional, sujeita a demandas de manutenção devido à ação maior dos fatores climáticos, principalmente a impermeabilização, que fica menos propensa a fissuras pela constantes mudanças de temperaturas.
Banheiro Seco
Banheiro seco é uma alternativa ecológica no tratamento de fezes humanas. Apesar da semelhança estética com o banheiro comum, as fezes são separadas da urina. As fezes são armazenadas em um local sem contato com o ambiente externo, onde a cada defecação a pessoa joga um punhado de serragem sobre as fezes para mantê-las secas e evitar o mal cheiro. A urina é encaminhada a um sistema fechado de tratamento de águas cinzas (bacia de evapotranspiração), onde através de plantas semi-aquáticas, a água da urina é evaporada pelas folhas e seus nutrientes também utilizados pelas plantas.
Benefícios:
Ambientais
Sem água, o banheiro seco evita o lançamento de dejetos em tubulações ligadas à centros de tratamento ou diretamente em arroios e rios2 , para não os poluírem, e também produz composto orgânico no final de seu processo.
Educacionais
Através do banheiro seco, é possível ensinar o método cíclico da natureza, onde nenhum recurso é desperdiçado.
Econômicos
O banheiro seco gera economias para que o possuí, ao:
cessar o uso de água na instalação sanitária
evitar uso de tubulações ligadas a rede coletora de esgoto
evitar o gasto com adubo para árvores frutíferas
Modelos de banheiro seco
Existem vários modelos de banheiro seco e todos eles são completamente inodoros. As fezes podem ser coletadas num grande tonel abaixo da patente (bem vedado) e ao estar cheio, é trocado e o tonel passa aproximadamente 6 meses fechado fechado e após isso, mais 6 meses em uma composteira, de onde sai um adubo excelente para árvores frutíferas. Outro modelo é o da rampa, onde as fezes vão rolando e se acumulam numa caixa inclinada, com orientação solar norte, e com uma chaminé por onde saem os gases produzidos na decomposição.
Água - Energia - materiais ecológicos - resíduos
Água
O projeto de um edifício sustentável deve prever a redução no consumo de água e uma gestão inteligente deste recurso, através de tecnologias de reúso de água, utilização das águas pluviais e equipamentos de redução de consumo tais como torneiras e chuveiros com temporizadores ou sensores.
Energia
Um aspecto já tradicional da arquitetura sustentável é o aquecimento solar da água.
Materiais Ecológicos
São considerados materiais ecológicos (eco-eficientes) aqueles produzidos com menor impacto no meio ambiente. Entre os utilizados na construção sustentável pode-se citar: blocos de terra comprimida, o adobe, tintas sem componentes voláteis tóxicos, materiais reciclados, madeira certificada ou de curto ciclo de renovação, tijolo ecológico, entre outros.
Os materiais regionais são priorizados na construção sustentável, pois reduzem o percurso de transporte e emissão de gás carbônico da queima do combustível e priorizam o desenvolvimento do comércio/indústria regional.
Resíduos
Os resíduos da construção civil têm impacto significativo no volume de resíduos das cidades. Para além do seu grande volume, quando não separados na origem tornam-se de difícil reutilização, impossibilitando muitas vezes a sua reciclagem. A atenção dada a este pormenor é outra das suas características.
Arquitetura verde
A arquitetura sustentável, também conhecida como arquitetura verde e eco-arquitetura é uma maneira de conceber o projeto arquitetônico de forma sustentável, procurando otimizar recursos naturais e sistemas de edificação que de tal modo minimizem o impacto ambiental dos edifícios sobre o meio ambiente e seus habitantes.
Os princípios da arquitetura sustentável incluem:
A consideração das condições climáticas, da hidrografia e dos ecossistemas do entorno em que os edifícios são construídos, para obter o máximo desempenho com o menor impacto.
A eficácia e moderação no uso de materiais de construção, dando prioridade ao baixo consumo de energia em comparação com os de alta energia.
A redução do consumo de energia para aquecimento, refrigeração, iluminação e outros equipamentos, cobrindo o resto da demanda com fontes de energia renováveis.
A minimização do balanço global de energia do edifício, que abrange a concepção, construção, utilização e seu fim.
O cumprimento com os requisitos de conforto higrotérmico, salubridade, iluminação e ocupação dos edifícios.
Características
Esse movimento surgiu no final da década de 2000 e concentra-se na criação de uma harmonia entre a obra final, o seu processo de construção e o meio ambiente. Pretende evitar em cada um dos passos agressões desnecessárias para o ambiente, otimizando processos de construção, reduzindo os resíduos resultantes, e diminuindo os consumos energéticos do edifício. Tem ainda como objectivo que a construção atinja um nível de conforto térmico e de qualidade do ar adequado, reduzindo assim a necessidade da utilização de sistemas de ventilação ou aquecimento artificiais.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Construção Energitérmica Sustentável
A Construção Energitérmica Sustentável é um tipo de edificação que surgiu na Europa. A característica principal desse tipo de arquitetura é o uso de materiais leves de aço, o Stell Frame, ou de madeira, a Wood Frame, que são unidas por placas estruturais, podendo ser usadas em casas com até cinco pavimentos. A construção se torna rígida e resistente e permite que o acabamento seja feito com qualquer tipo de material, dando ares modernos e bonitos às casas.
Ecologicamente correta
As Construções Energitérmicas Sustentáveis apresentam a vantagem de serem sustentáveis, pois causam poucos impactos negativos no meio ambiente, já que os materiais utilizados emitem baixos índices de CO2 (cerca de cinco vezes menos do que construções tradicionais). Essas construções também geram poucos resíduos, evitando a poluição do meio ambiente, e reduzem gastos com água e energia durante o processo de edificação ou reformas. Vantagens As edificações do tipo Energitérmica Sustentável apresentam estruturas mais duradouras do que as comuns, suportando ventos de até 300 km/h, além de um excelente isolamento térmico e acústico. Mais uma vantagem é que o tempo da construção de um imóvel energitérmico é menor, pois os materiais já são comercializados de maneira pronta para serem usados, dispensado lixamentos e outros procedimentos que atrasam a obra. Empresas no Brasil A quantidade de empresas que trabalham com as Construções Energitérmicas Sustentáveis vem crescendo no Brasil. Atualmente, são mais de 20 construtoras espalhadas pelo país, como a Global Wood, a LP Brasil, a Dry Wall Curitiba, a Artetecta, a Better Light, entre outras. Preço Além de reduzir o tempo da obra, as Construções Energitérmicas trazem retorno financeiro em curto prazo para os construtores e apresentam menor custo para o contratante. Isso se deve ao fato de que essas construções não geram desperdícios de materiais, permitindo que o processo de edificação seja fiel ao planejamento financeiro. Uma casa Energitérmica Sustentável custa, em média, 30% menos do que construções convencionais.
Sustentabilidade Urbana
Em nome do desenvolvimento e urbanização, as cidades vêm degradando todo o ambiente ao seu redor. Rios e outras fontes de água contaminadas, ar poluído, lixões a céu aberto e desmatamentos são só alguns exemplos do “progresso” do homem moderno. O problema é que todas essas práticas também resultam em doenças, inundações, desmoronamentos e até morte. Ou seja, a sociedade está arcando com as consequências de sua política predatória exercida ao longo do tempo.
Nessa relação de causa e efeito fica claro que a inserção e o incentivo às ações sustentáveis nas cidades é fundamental para se ter uma qualidade de vida melhor. Além de representar um ganho econômico e social relevante, uma vez que o reaproveitamento de alguns materiais reduz os gastos com água e energia, preservando também os recursos naturais. Isso sem falar na demanda por mão de obra, aplicada em empresas voltadas para a sustentabilidade, como por exemplo, as usinas de reciclagem. Ganho para as indústrias e benefícios para os cidadãos.
É importante que todas as camadas da sociedade contribuam, mesmo que através de simples atitudes, como a coleta seletiva, armazenagem e descarte correto do lixo e uso de biocombustíveis, pois todas essas pequenas ações geram um resultado sustentável gigantesco. A coleta seletiva permite a reciclagem dos produtos, diminuindo o uso de matérias-primas. Respeitar os horários dos caminhões de lixo impede que as chuvas espalhem os detritos pelas ruas e avenidas, evitando o entupimento de bueiros e, consequentemente, as inundações e transbordamentos de rios e córregos. Já os biocombustíveis são fontes de energia limpas e renováveis, poluem menos e são ótimos substitutos para o petróleo.
Uma tendência que deve se consolidar nos próximos anos é a aplicação da chamada construção sustentável. Isso significa que as pessoas terão que se preocupar mais com a natureza antes de construir uma casa. O conceito implica que os edifícios verdes respeitem o meio ambiente, utilizando conscientemente os recursos naturais necessários e destinando os resíduos corretamente. O projeto inicial pode exigir uma quantidade maior de investimentos, mas esse valor será certamente coberto pela economia de recursos valiosíssimos para a humanidade, como água e energia elétrica. Portanto, a preocupação com a eficácia é sempre voltada para o mínimo impacto ambiental possível.
Os edifícios verdes devem seguir normas rígidas quanto à qualidade do ar, uso racional de energia e água, tratamento de resíduos sólidos e controle de emissão de poluentes. O ar interno deve estar sempre com boa qualidade e é preciso efetuar a manutenção periódica dos aparelhos de ar condicionado. No que diz respeito à energia, os prédios verdes devem explorar a iluminação natural, utilizando janelas maiores e criando espaços mais amplos. O uso de lâmpadas led também proporcionam maior economia. O desperdício de água tem que ser evitado a todo custo, assim como a boa qualidade da mesma deve ser mantida. O uso de material isolante de ruídos, a decoração com flores e plantas ajudam a manter a harmonia do ambiente interno. O programa de coleta de lixo deve ser seletivo e gerenciado sempre. Mas, acima de tudo, é imprescindível que os funcionários ou habitantes recebam a devida orientação ambiental para viverem nesses espaços ecologicamente corretos.
Assim, a sustentabilidade nas cidades é um dos maiores desafios da sociedade contemporânea e de seus governantes. Ao mesmo tempo em que é preciso continuar com o desenvolvimento econômico e social, é fundamental que tais ações tenham respeito para com o meio ambiente.
Sustentabilidade econômica
Sustentabilidade econômica
A sustentabilidade econômica, enquadrada no âmbito do desenvolvimento sustentável é um conjunto de medidas e políticas que visam à incorporação de preocupações e conceitos ambientais e sociais. Aos conceitos tradicionais de mais valias econômicas são adicionados como fatores a ter em conta, os parâmetros ambientais e sócio-econômicos, criando assim uma interligação entre os vários setores. Assim, o lucro não é somente medido na sua vertente financeira, mas igualmente na vertente ambiental e social, o que potencializa um uso mais correto quer das matérias primas, quer dos recursos humanos. Há ainda a incorporação da gestão mais eficiente dos recursos naturais, sejam eles minerais, matéria prima como madeira ou ainda energéticos, de forma a garantir uma exploração sustentável dos mesmos, ou seja, a sua exploração sem colocar em causa o seu esgotamento, sendo introduzidos elementos como nível ótimo de poluição ou as externalidades ambientais, acrescentando aos elementos naturais um valor econômico.
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